Capítulo 09: Forçado a Mentir Contagem total: Capítulo Nº.: 27
Exibição original: 29 de junho de 2012
Classificação: Não recomendada para menores de 12 anos. Abertura:
CENA I
Aluska – Calma Augusto, calma!
Augusto – Calma? Você mente pra mim em uma coisa tão séria,
não me explica nada e ainda me pede calma?
Aluska – Sim, me deixa explicar, eu sei que eu to errada,
mas me deixa falar.
Augusto – Mocinha, você tem noção do que eu to passando?
Aquele seu namoradinho agora vive soltando piadinhas, eu não aguento mais.
Aluska – Eu vou falar com ele, é que ele é muito ciumento.
Augusto – E o que é que eu tenho haver com isso?
Aluska – Nada, eu sei disso.
César chega por trás de Augusto e o empurra, que cai no chão
e machuca o queixo. Aluska se desespera!
- Para César! Deixa de ser louco, a gente só estava
conversando!
César – Eu não quero saber de conversinhas entre vocês!
Augusto se levanta muito furioso, e grita com Aluska:
- Vê se para de ser fútil, sua estúpida. Resolve teus
problemas com esse idiota, mas por favor, sem me envolver. Eu cheio de boa
vontade com você, te apresentando o Colégio, e é isso que eu recebo em troca?
Vai ver se eu to na esquina!
Aluska – Augusto, eu acho melhor você se controlar um pouco.
Augusto – Sabe o que eu acho melhor? Eu acho melhor eu ir
embora, porque pra mim já deu!
Augusto vai embora e Aluska fica chateada com a situação.
Aluska – É tudo culpa sua, César!
César – Culpa minha? Eu estava te defendendo.
Aluska – Obrigada, mas eu já estou bem crescidinha pra
defender. Quer saber de uma coisa, fui!
Aluska também vai embora, deixando César só. No caminho,
Aluska recebe uma mensagem em seu celular, com a letra de sua música favorita:
“Diga uma palavra pra me acalmar,
Me convença que um dia tudo vai melhorar;
Abra os seus braços pra me refugiar,
Eu quero amplificar,
Pra que todos saibam e possam escutar:
Eu quero ser como você, eu quero ver o que você ver...!”
Aluska fica muito feliz:
- Pelo menos esta mensagem pra salvar o meu dia. Ai, eu amo
essa música!
CENA II
No dia seguinte, na diretoria do Colégio Agrícola, Alice vai
falar com Saulo.
Alice – Oi, bom dia!
Saulo – Bom dia!
Saulo abraça Alice.
Saulo – O que você quer?
Alice – Eu... Só vim te dá um ‘bom dia’ mesmo.
Os dois ficam por cerca de 10 segundos em silêncio, trocando
olhares. Então, Saulo resolve elogiá-la:
- Você é muito linda!
Alice – Obrigada.
Os dois começam a se aproximar, e ficam bem coladinhos, a
ponto de se beijar. É neste momento em que Ariele entra na diretoria:
- Pai, preciso falar com o senhor.
Saulo – Tem que ser agora?
Ariele – Sim.
Alice – Eu vou indo Saulo, depois a gente se fala.
Alice sai. Ariele, que viu a cena, comenta:
- Hum, pai!
Saulo – Desculpa filha.
Ariele – Nada disso. Eu dou maior força pra que vocês fiquem
juntos.
Saulo – Obrigado.
CENA III
Na porta da sala do 2º ano, estão Marízio (aluno novo) e
Mylena conversando.
Marízio – Então você pretende ser policial?
Mylena – Isso mesmo. Ou talvez eu faça Medicina. Ainda tenho
dúvidas, porque eu amo as duas áreas.
Marízio chega mais próximo de Mylena, que se desvia. Jonas
chega ao local.
Jonas – Bom dia meu amor!
Mylena – Bom dia!
Mylena pensa:
“- Ainda bem que você chegou. Me salvou!”
Marízio – (inconformado) Então vocês são namorados?
Jonas – Exatamente, primo.
Mylena – (surpresa) Primo?!
Jonas – Aham.
Mylena – Que muído!
CENA IV
No 3º ano:
Aluska – Augusto foi você quem me mandou esta mensagem?
Augusto vê a mensagem.
Augusto – Eu?! De maneira alguma.
Augusto sai e vai falar com Emanuel.
Augusto – Cara, você não imagina o que eu to passando por
causa dessa tal de Aluska.
Emanuel – Me fala.
Augusto – Espera aí, deixa o Caio e o Jânio chegarem, que eu
conto logo de uma vez.
Caio e Jânio chegam.
Augusto – Caio, Lucas, venham aqui que eu conto melhor
aquela história que eu comecei no Face.
Lucas, você também, vem cá.
Os três vão até Augusto e Emanuel.
Jânio – Fala.
Augusto – É o seguinte, ela veio falar comigo ontem na hora
da saída. Pediu desculpa e tudo mais. Eu até ia aceitar sabe, mas aí o
namoradinho dela chegou e me deu um empurrão, tanto é que eu to com esse
machucado.
Caio – E você não fez nada com ele?
Augusto – Não. A gente ‘tava’ no colégio ainda, e vocês
sabem que há pouco tempo me meti naquela briga com o Bruno e fui expulso.
Lucas – Verdade. E briga não leva a lugar nenhum.
Augusto – Isso é pra gente aprender que beleza exterior não
implica dizer nada. Uma menina tão linda como é a Aluska, porém tão arrogante,
tão... Sem caráter! Vocês tinham de ver eu lá no chão caído, machucado, e
ninguém pra me ajudar.
Emanuel – Velho, eu não sei o que deu na Aluska, Ela não é
assim! Te juro.
[...]
Emanuel – Tenho que contar um segredo pra vocês.
Jânio – Pode falar.
Emanuel – Eu sou apaixonado pela Aluska. Eu a amo!
Augusto – E ela sabe disso?
Emanuel – Não.
Caio – Você não dá nem pistas, nem nada?
Emanuel – Eu mando de vez em quando umas mensagens pro
celular dela, igual a uma que eu mandei ontem.
Jânio – Grande coisa.
Augusto – Vem cá, a mensagem que você mandou ontem, era um
trecho da música: “Eu Quero Ser Como Você – Capital Inicial”?
Emanuel – Essa mesma. É a preferida dela! Mas como você
sabe?
Augusto – Ela me mostrou ainda há pouco.
Emanuel – Massa...
Patrícia entra na sala e vai falar com Augusto.
Patrícia – Oi Augusto, tudo bom?
Augusto – Mais ou menos. Ei, eu precisava mesmo falar
contigo.
Patrícia – Diga.
Augusto – Eu estou a fim de uma garota e preciso que você
descubra se ela é solteira.
Patrícia – Com certeza meu amigo. Diga o nome dela.
Augusto – É a novata, a Grazi.
Patrícia – Ah, então relaxe! Eu estou super amiga dela meu
filho, ela é solteira. Vai fundo!
Augusto – Muito obrigado pela informação.
CENA V
Quando chega em casa, Lucas é questionado pela sua mãe:
Antônia – Lucas meu filho, o que é que voe sabe a respeito
do seu pai? Já vai fazer cinco dias que ele não põe os pés em casa. Você sabe
de alguma coisa.
Lucas – Não mãe. Eu não sei de nada.
Antônia – Não minta pra mim, meu filho. Por favor!
Na noite quinta-feira (28), os Jacksons se apresentaram no Apollo Thater,
um dos primeiros palcos onde tocaram.
Os irmãos do falecido rei do pop, Michael Jackson, levaram a sua atual turnê, Unity, ao tradicional Apollo Theater, em Nova York, na noite da última quinta-feira (28). O quarteto, que já formou o Jackson 5 ao lado do irmão mais famoso, hoje é conhecido apenas como Jacksons.
Três anos depois da morte de Michael, Jackie, Jermaine, Tito e Marlon se apresentaram cantando os maiores sucessos de sua carreira, em um show que comemorou a volta do grupo, que fez sua última série de shows em 1984.
Os gaúchos do Fresno se encontram em um momento de liberdade. Depois de terem passado por uma grande gravadora e por um dos principais escritórios de agenciamento do Brasil, a Arsenal Music, com quem romperam simultaneamente, eles se veem atualmente mais à vontade do que nunca para criar e experimentar influências novas em sua música, quase uma década depois de terem lançado o primeiro disco de estúdio, Quarto dos Livros, em 2003. E, para os integrantes do quarteto, esse se tornou o grande trunfo de sua fase atual.
"Logo que a gente saiu da Universal (Music), surgiram propostas de outras gravadoras. Mas era uma fase em que não estávamos lançando nada, só fazíamos shows e apenas pensávamos no que fazer depois em termos de música", disse o vocalista e guitarrista da banda, Lucas Silveira. "Então decidimos gravar nosso novo disco logo por conta própria. Se for para ser lançado por uma gravadora, ele irá para ela pronto. Isso é bom, porque eu não consigo aceitar que um executivo de gravadora nos diga que uma música não vai rolar. Ele não conhece a gurizada, nunca ouviu uma música nossa, nunca viu um show nosso. Gravamos da maneira mais livre possível e, assim, tudo o que está lá no disco é culpa nossa." Aliada à experiência de anos dedicados exclusivamente à música, a total independência deu ao Fresno a oportunidade de colocar em seu próximo trabalho - o sétimo de estúdio, que deve chegar às lojas em setembro - canções que jamais entrariam nos discos anteriores. "A liberdade na música é uma responsabilidade. Tem pessoas que se sentem mais à vontade amarradas, fazendo sempre o mesmo. Mas nós queríamos expandir. Misturar música clássica com rock, fazer um som mais pesado. E fazer isso requer muito aprendizado, muito estudo, o que não tínhamos antes", explicou Silveira. No entanto, tal sentimento em relação à música já existia antes do rompimento com a gravadora que até 2010 lançou todo os seus trabalhos. Revanche, por exemplo, seu último disco de inéditas, teve o aval da Universal, mesmo trazendo um som consideravelmente mais pesado e menos comercial do que seus antecessores. "Tivemos liberdade da gravadora para fazê-lo, o que, na época, foi primordial. A obra de qualquer artista costuma evoluir, desde os diretores de cinema, atores, músicos. Existem fases e a gente teve aquela do Revanche. Quando começamos na música, era uma influência muito de hard core, estávamos pegando experiência. Mas expandimos, crescemos."
Novos tempos
Em março deste ano, o Fresno anunciou a saída do baixista Rodrigo Tavares da banda, mudando bastante toda a ideia em torno do novo trabalho, ainda sem título. Assim, além de o disco contar com todos os baixos gravados por Silveira, nos shows o quarteto também deixou de ter um representante do instrumento, passando executá-lo integralmente por meio playbacks, controlados pelo tecladista pernambucano Mario Camelo. Mais: o preparo do álbum, inicialmente com a ideia de ser lançado em formato de vários EPs ao longo dos meses, algo iniciado com o lançamento de Cemitério das Boas Intenções, de 2011, também foi modificado: "queríamos fazer mais dois EPs, mas isso era com a formação antiga. Optamos por não dar continuidade a isso, porque era quase outra banda com a saída do Tavares. Acabamos, então, nos juntando um dia no estúdio e vimos que tínhamos músicas suficientes para um novo disco", garantiu Silveira, afirmando que o grupo também resgatou para ele canções antigas, que ficaram ausentes de outros trabalhos por um motivo ou outro. Mas a principal característica do Fresno atual é o aprofundamento musical, consequência dos anos dedicados à música. "A gente é bem fruto da geração que consome tudo ao mesmo tempo, sem se aprofundar. Mas em 2009/2010, eu resolvi mudar isso. Comecei a ouvir com mais cuidado Beatles, Rolling Stones, o que me abriu muito a cabeça. Mas as ideias musicais do novo disco tem como maior influência a música do cinema, de filmes. Fiquei meio sem saco de ouvir bandas", apontou Silveira. O resultado? Ao menos para o quarteto, não poderia ser melhor: "chegamos a um som que nunca havíamos feito antes". Resta, agora, aguardar.
Em mais um duelo com "cara" de Libertadores, o Corinthians buscou um suado empate com o Boca Juniors, por 1 a 1, na noite desta quarta-feira, no tradicional Estádio La Bombonera, em Buenos Aires, no primeiro jogo da decisão. Romarinho, destaque no clássico de domingo, voltou a ser o herói corintiano ao marcar aos 39 do segundo tempo, 11 minutos depois do gol de Roncaglia. O gol argentino, depois de forte pressão dos anfitriões, chegou a assustar os brasileiros. Mas o empate no fim, fora de casa, deu novo fôlego aos corintianos, que saíram de campo com a sensação de dever cumprido. Com o resultado, que manteve a invencibilidade do Corinthians na competição, a final se manteve indefinida. Um empate no jogo da volta, no Pacaembu, na próxima quarta, levará o confronto para a prorrogação, que poderá ser seguida de pênaltis. Pelo regulamento, gols marcados fora de casa não contam como critério de desempate na decisão da Libertadores. O JOGO - Boca Juniors e Corinthians fizeram um primeiro tempo de poucas emoções, raros momentos de perigo e muita disputa no meio-campo. Mais cauteloso, o time brasileiro adotou a estratégia de avançar somente nos contra-ataques, como era esperado. Mas passou a se soltar a partir da metade da etapa inicial. No entanto, quem começou no comando do jogo foram os anfitriões. Logo no primeiro minuto, Riquelme levantou na área e Schiavi cabeceou com perigo, por cima do travessão. A resposta do Corinthians veio aos 7. Paulinho acertou um belo chute, de longe, e deu trabalho para o goleiro Orión, que espalmou para fora. Mas os dois bons lances no início não foram representativos do restante da primeira etapa. Cada vez mais truncado no meio-campo, o jogo tinha o domínio dos argentinos, que não conseguiam gerar pressão sobre a sólida defesa corintiana. Ralf chegou a falhar no fim, mas o Boca não aproveitou. Em outro lance, aos 34, Santiago Silva acertou bela bicicleta, que parou em Alessandro na pequena área. Confiante na defesa, o Corinthians passou a se arriscar no ataque. Em duas jogadas de perigo, quase surpreendeu com infiltrações de Danilo e Alex, neutralizadas pela atenta zaga rival. As tentativas acabaram se restringindo a chutes de longa distância de Danilo, aos 30, e Chicão, em cobrança de falta, aos 41. A essa altura, Liedson já substituía Jorge Henrique, com dores na coxa. O bom ritmo do Corinthians, contudo, foi cortado logo no início do segundo tempo. O Boca voltou melhor do intervalo e parecia determinado a definir a partida nos primeiros minutos da etapa. Aos 4, a bola sobrou para Riquelme encher o pé da entrada da área, para fora. O meia ainda encaixou outra finalização, aos 9, sem maior perigo. Aos 16, o capitão Riquelme voltou a ameaçar a defesa brasileira, em rápida tabela com Mouche dentro da área. O atacante, porém, bateu fraco e desperdiçou grande oportunidade. De tanto insistir, o Boca chegou ao gol aos 28 minutos. Após cobrança de escanteio, Santiago cabeceou e Chicão desviou com a mão em cima da linha. A bola, então, carimbou a trave e rebateu em direção de Roncaglia, que não perdoou e mandou para as redes. Apesar do toque de mão, Chicão foi poupado pelo árbitro e recebeu apenas o cartão amarelo. Assustado, o Corinthians viveu minutos tensos até se reequilibrar na partida. Mas, após neutralizar o ímpeto argentino, deu alívio à torcida ao buscar o empate, aos 39. Destaque do time na vitória sobre o Palmeiras, no domingo, Romarinho voltou a brilhar ao receber grande passe de Emerson e bater na saída de Orión: 1 a 1. Cada vez mais emocionante, o primeiro jogo da final ainda reservou um susto aos corintianos aos 45 minutos. Após cruzamento de Santiago Silva, Viatri acertou a cabeça e mandou no travessão. No rebote, Cvitanich não conseguiu aproveitar o rebote, no último lance de perigo do jogo. Antes do segundo jogo da decisão, o Corinthians vai descansar no fim de semana. A partida contra o Botafogo, pela 7ª rodada do Brasileirão, foi adiada para o dia 11, no Pacaembu. Antes disso, o time enfrentará o Sport no dia 8, em Recife.
FICHA TÉCNICA:
BOCA JUNIORS-ARG 1 x 1 CORINTHIANS
BOCA JUNIORS-ARG - Orión; Roncaglia, Schiavi, Caruzzo e Rodríguez; Ledesma (Rivero), Somoza, Erviti e Riquelme; Mouche (Cvitanich) e Santiago Silva (Viatri). Técnico: Julio César Falcioni.
CORINTHIANS - Cássio; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo (Romarinho) e Alex (Wallace); Jorge Henrique (Liedson) e Emerson. Técnico: Tite.
GOLS - Roncaglia, aos 28, e Romarinho, aos 39 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Roncaglia, Riquelme, Chicão.
ÁRBITRO - Enrique Osses (Chile/Fifa).
RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.
LOCAL - Estádio La Bombonera, em Buenos Aires (Argentina).
Romarinho cala Boca
Até a metade do primeiro tempo, o Corinthians era um pouco melhor que o anfitrião Boca,
mas tinha dificuldades para chegar à meta argentina.
Emerson em disputa de bola. O atacante corintiano foi o pivô das maiores discussões
e desentendimentos em campo.
O Corinthians não conseguia reagir no ataque, mas muito passa pela defesa,
que não funcionava e dava muito espaço ao Boca na marcação.
Aos 41 minutos, Romarinho recebe lance de Emerson, penetra na área de cara com o goleiro e
dá um toque sutil, por cima do goleiro do Boca, para igualar o placar.
Além da dificuldade em marcar Riquelme, a bola parecia queimar nos pés dos atacantes do Corinthians, principalmente Danilo, e a movimentação no ataque ficava comprometida.
Aos 28 minutos do segundo tempo, em cobrança de escanteio,
Roncaglia apareceu livre e marcou no rebote da zaga. Boca 1 x 0 Corinthians.
Aos 28 minutos do segundo tempo, em cobrança de escanteio,
Roncaglia apareceu livre e marcou no rebote da zaga. Boca 1 x 0 Corinthians.
Jorge Henrique sofreu uma lesão em choque com Santiago Silva.
Foi substituído ainda no primeiro tempo por Liedson.
O jogo é muito disputado e físico, com os dois times buscando qualquer vantagem possível.
O atacante Romarinho foi muito feliz em campo e deu o empate ao Corinthians,
que vai fazer a partida de volta em São Paulo com vantagem.
O time do Corinthians comemora o gol de Romarinho e o empate contra o Boca fora de casa.
Na próxima semana, será a vez do Corinthians receber os argentinos no Pacaembu,
mas com uma vantagem que já proporciona certo conforto.
Romarinho, que já havia marcado os dois gols do Corinthians no final de semana na vitória
sobre o Palmeiras marcou também o gol de empate do time na Bombonera.
Segundo o Andes, apenas três universidades e dois institutos não pararam.
Professores preparam ato em frente ao Banco Central de várias cidades.
Professores do DF em greve
(Foto: Maiara Dornelles / G1)
ENTENDA A GREVE NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS
PROFESSORES
SERVIDORES
Desde 17 de maio, professores das instituições federais fazem um movimento de greve nacional que já atingiu 80% da categoria.
A paralisação nacional dos servidores teve início em 11 de junho e, segundo a última atualização dos sindicatos, pelo menos 50% dos institutos federais tinham servidores parados.
PRINCIPAIS
REIVINDICAÇÕES
- Criação de uma carreira única, com a incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios
- Aumento do piso salarial em 22,8% com a correção das pendêncais da carreira desde 2007 (atualmente, ele é de R$ 1.304)
- Variação de 5% entre níveis a partir do piso, para o regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35)
- Devolução do vencimento básico complementar absorvido na mudança na Lei da Carreira, de 2005
O
QUE DIZ O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
O MEC afirma que que quem define a agenda de negociação é o Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). O Ministério da Educação está com uma proposta de plano de carreira pronta, para apresentar na próxima reunião agendada pelo MPOG – basicamente priorizando a dedicação exclusiva e titulação docente.
A mobilização nacional de professores das instituições federais de ensino pela reestruturação da carreira docente chegou nesta quarta-feira (27) à adesão de 95% das instituições, segundo dados do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes). Das 59 universidades, 56 têm professores parados (veja lista ao final desta reportagem).
Além disso, a greve dos servidores técnicos administrativos atinge 34 dos 38 institutos federais de ciência e tecnologia em 22 estados, além dos dois centros federais de tecnologia e o Colégio Pedro II.
Os docentes preparam, para a manhã desta quinta-feira (28), atos em frente às sedes e subsedes do Banco Central em várias cidades brasileiras. A categoria dos docentes pleiteia carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.
Negociações O sindicato reclama da morosidade nas negociações e do fato de elas estarem concentradas principalmente nas mãos do Ministério do Planejamento -- quem coordena o processo é o secretário das Relações de Trabalho, Sérgio Mendonça. "É uma questão de concepção, essa não é uma discussão numérica. Por se tratar de educação, é uma discussão qualitativa", afirmou ao G1, a quem se deve estas informações, o professor Tiago Leandro da Cruz Neto, que integra o comando nacional de greve dos docentes.
De acordo com ele, o Ministério do Planejamento "discute apenas números", e não aborda a questão da efetiva reestruturação da carreira, que inclui, por exemplo, permitir que os professores atinjam o topo de sua carreira mais rapidamente, e não logo antes, ou mesmo depois, de atingirem o tempo de contribuição mínima para a aposentadoria. "O MEC tem participado, mas de forma bastante tímida, precisa ser mais incisiva, a discussão precisa ser qualitativa", disse Cruz Neto.
Outro lado Procurado pelo G1, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão afirmou, por meio de sua assessoria, que a reunião com as entidades que representam a categoria dos docentes, agendada para o dia 19, mas adiada, deve acontecer na próxima semana, mas ainda sem data confirmada. Ainda de acordo com o ministério, o secretário tem se reunido internamente com membros do governo para encontrar uma solução para o impasse nas negociações. A última proposta do governo, divulgada em 13 de junho, sugeria que a carreira dos docentes das federais seguissem o mesmo plano de carreira dos servidores do Ministério da Ciência e Tecnologia, que contempla o reajuste salarial e a incorporação das gratificações. O Ministério da Educação afirmou, em nota, que é importante frisar que, "sobre a greve das instituições federais de ensino superior, quem define a agenda de negociação é o Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG)". O MEC disse ainda que tem uma proposta de plano de carreira pronta para apresentar às demais partes, na próxima reunião agendada pelo Ministério do Planejamento. A assessoria de imprensa do Ministério da Educação não divulgou a proposta, mas afirmou que ela prioriza "a dedicação exclusiva e titulação docente".
Corinthians e Boca iniciam final histórica na Libertadores
Brasileiros buscam título inédito; argentinos tentam recorde de conquistas
Jogadores do Corinthians fazem o treino de reconhecimento do gramado do estádio La Bombonera, em Buenos Aires, antes da primeira partida da final da Copa Libertadores 2012 (Rodolfo Buhrer/La Imagem/Fotoarena)
"O Boca tem história na Copa,
mas o passado não conta.
Enfrentaremos uma equipe
compacta e muito rápida",
elogiou o técnico argentino.
O Corinthians enfrenta o Boca Juniors na noite desta quarta-feira, no estádio La Bombonera, em Buenos Aires, no primeiro duelo de uma final que promete entrar para a história da Copa Libertadores da América. Há muita coisa em jogo no confronto entre argentinos e brasileiros, já que o Boca tentará conquistar o seu sétimo título da competição, igualando a marca do Independiente como maior campeão da Libertadores, enquanto o Corinthians tenta levar a taça pela primeira vez. Se o Boca procura uma confirmação de seu status de "rei de copas" na América do Sul, o time paulista sonha em quebrar uma incômoda escrita, que costuma motivar provocações de seus rivais.
Único dos grandes clubes paulistas a nunca ter erguido o troféu continental, o Corinthians faz sua melhor campanha na Libertadores. A equipe, que nunca tinha chegado à decisão do torneio, está invicta. Já o Boca tentará ampliar seu retrospecto favorável contra os brasileiros, que foram derrotados pelo principal clube da Argentina em quatro finais da Copa: Cruzeiro (1977), Palmeiras (2000), Santos (2003) e Grêmio (2007). O clube só caiu diante do Santos de Pelé (1963), há quase meio século. Neste ano, pelas semifinais, o Corinthians eliminou o Santos, campeão continental no ano passado, enquanto o Boca bateu a Universidad de Chile, campeã da Copa Sul-Americana. No presente - Dirigido por Julio César Falcioni, e com o habilidoso Juan Román Riquelme como principal jogador, o Boca demorou a embalar no torneio e quase foi eliminado na fase de grupos, ficando em segundo lugar, atrás do Fluminense. Mas o clube mostrou a sua força na hora da verdade, eliminando, entre outros, o próprio Flu, melhor campanha do torneio até aquele momento. Apesar disso, os jogadores argentinos pregam o respeito ao adversário desta quarta. "O Boca tem história na Copa, mas a final acontece no presente. O passado não conta. Enfrentaremos uma equipe compacta e muito rápida. Nós a acompanhamos durante todo o torneio, e merece estar na final", disse Falcioni. O Corinthians, que treinou na noite de terça em Buenos Aires, contará com o retorno do atacante Emerson (expulso no jogo de ida contra o Santos), além de Romarinho como opção no banco de reservas. O técnico Tite minimizou a pressão sobre seus comandados na Bombonera: "É preciso apenas se concentrar, porque a torcida não rouba a bola de você. Uma equipe tem que ter maturidade para jogar na Bombonera, mas também no Pacaembu ou no Morumbi". O jogo começa às 21h50 (no horário de Brasília) e terá a arbitragem de Enrique Ossés, auxiliado por Francisco Mondria e por Carlos Astroza, todos chilenos. A partida de volta será disputada no dia 4 de julho, no Pacaembu.